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Conheça 8 mulheres que influenciaram a luta pelos direitos femininos no Brasil

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Era de uma mulher que havia traído o marido. Como castigo, ele decidiu cortar a orelha da companheira. No depoimento, ela declarou ser merecedora do castigo. Dezessete anos depois do episódio, a delegada chegou a Londres nesta semana para conhecer e aprender com a polícia britânica.

Lei também protege os homens

Escritoras, professoras, políticas ou simples trabalhadoras foram capazes de inspirar importantes transformações que impactariam na vida das mulheres de hoje. Neste 8 de março em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, em homenagem às lutas feministas por igualdade, justiça e respeito, o Portal EBC preparou o perfil de oito mulheres que de alguma forma marcaram a luta pelos direitos da mulher no Brasil. Confira depois. Nascida em Papari — hoje praça Nísia Floresta — Rio Grande do Norte, em 12 de outubro de , a educadora, escritora e poetisa brasileira é uma das pioneiras do feminismo no Brasil. Foi provavelmente a primeira mulher no país a publicar textos em jornais, na época em que a imprensa nacional ainda engatinhava. Nísia também dirigiu um colégio para moças no Rio de Janeiro e escreveu livros em defesa dos direitos das mulheres, dos índios e dos escravos. De família que pertencia à elite nordestina, foi obrigada a se casar aos 13 anos.

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1. Nísia Floresta

A ementa da lei diz: [ 1 ]. Maria da Penha era casada com Marco Antônio Heredia Viveros, que cometeu violência doméstica durante 23 anos de casamento. Entretanto, o caso foi julgado duas vezes e, devido alegações da defesa de que haveria irregularidades, o processo continuou em aberto por alguns anos. Segundo a relatora da lei Jandira Feghali :. Vale ressaltar que a violência doméstica e familiar é somente uma das formas de violência contra a mulher. Nessas circunstâncias, a Lei Maria da Penha classifica os tipos de violência contra a mulher nas seguintes categorias:.

1. Paraguaçu : 1495-1583 - Índia Tupinambá

Emo casal ruma para a França, onde ela recebe o batismo na santuário de Saint-Malo. Convertida ao catolicismo adotaria o nome de Catarina do Brasil ou Catarina des Granges. O par também contraiu matrimônio nesta cidade francesa e teriam quatro filhas. Paraguaçu ajudou ao marido na tarefa de fundar Salvador, abriu igrejas e protegeu conventos. Faleceu em e legou todos seus bens aos beneditinos. Teria seis prole com Martim Afonso de Souza e foi completamente esquecida da história do Brasil. Posteriormente, foi escrava de um médico e com ele teve um filho. Para escândalo da sociedade, passam a viver juntos e a liberta. Ambos teriam 13 filhos que foram reconhecidos pelo pai, algo raro na época.

As mulheres mais importantes

Autora do livro Sobrevivi O casamento aconteceu em Foi a partir desse momento que essa história mudou. As agressões começaram a acontecer quando ele conseguiu a cidadania brasileira e se estabilizou profissional e economicamente. No ano deMaria da Penha foi vítima de dupla tentativa de feminicídio por parte de Marco Antonio Heredia Viveros. Primeiro, ele deu um tiro em suas costas enquanto ela dormia. Mesmo fragilizada, Maria da Penha continuou a lutar por justiça, e foi nesse momento em que escreveu o livro Sobrevivi A história de Maria da Penha significava mais do que um caso isolado: era um exemplo do que acontecia no Brasil sistematicamente sem que os agressores fossem punidos.

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